quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

João Ferrugem


Continuando a falar sobre a coleção As bruxas de Grimm, hoje trazemos para vocês o livro João Ferrugem, que é um pouco menos conhecido que os demais. A sinopse é a seguinte:
O filho do rei, por medo de ser castigado severamente pelo pai, fugiu com o suposto vilão João Ferrugem, e passou a viver com ele em seu castelo. Os dois se tornaram amigos, até que o príncipe desobedeceu a uma ordem dada por João Ferrugem e teve que partir, conforme anteriormente lhe havia sido avisado.
Foi então viver em um reino vizinho, onde trabalhou como cozinheiro e ajudante de jardineiro. Sabendo que o reino que o acolhera estava sendo invadido por inimigos, ofereceu-se para combater. Após inúmeras situações de perigo mas, também, de magia e encantamento, o príncipe reencontra seus pais.(http://www.ftd.com.br/editora-ftd-literatura/D72/?livro=3228)
 Usando a técnica de oxidação, o ilustrador utilizou a parte interna de latas de tintas para compor esse belíssimo trabalho.
Fica aí mais uma dica para vocês!

 Mais informações sobre a coleção você encontra aqui http://www.educacaopublica.rj.gov.br/cultura/livros/0008.html

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Cinzas

Continuando o post anterior,  trazemos  Cinderela, clássico conto infantil tão conhecido de todos nós, também recontado por Júlio Emílio Braz e ilustrado por Salmo Dansa. Aqui, Salmo utiliza como material para criar suas ilustrações nada mais do que cinza. Cinza? Por quê? Bem, vocês lembram que a Cinderela também é chamada de “gata borralheira”, porque ela dorme no chão junto à lareira e vive suja de borralho, de restos de cinza. No Aurélio a palavra “borralheira” tem o significado de Mulher muito dada aos serviços domésticos e que em geral não gosta de sair. / Criada pouco limpa.  Em francês, o nome Cendrillon também remete à cinza (cendres). Nosso ilustrador foi beber direto na fonte para criar as belas e originais ilustrações do livro!

Mais informações:

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

De volta à ativa


 Pois, é. Estivemos fora do ar por algum tempinho... Um dos colaboradores anda às voltas com prazos e compromissos da tese de doutorado. Sobrou pra outra colaboradora que resolveu tirar umas feriazinhas, depois ficou um tempo sem net e daí foi e PAM! Já estamos em fevereiro !!! Assim não dá, né?
 Mas voltamos com coisa muito boa! Da melhor qualidade. De dar água na boca. Literalmente. Vejam só:                            
  


  
 Para ilustrar essa estória dos irmãos Grimm recontada por Júlio Emílio Braz, Salmo Dansa usou calda de açúcar! Eu fiquei boquiaberta quando vi pela primeira vez o livro. Dá vontade de lamber! Trata-se de uma delícia de leitura. Perdão, mas não dá pra deixar de fazer o trocadilho!  Para mais informações visitem o site da FTD: http://www4.ftd.com.br/v4/cliquelivro.cfm?item_cod=13307504
 Aguardem mais dicas!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Em casa de ferreiro...


 Pois é, gente. Estamos dando tratos à bola para tornar nossa sobrinha-afilhada uma leitora. Quando bebê e até pouco tempo, antes da famigerada pré-adolescência, ela curtia todos os livrinhos que apresentávamos, até porque os dividia com a prima, nossa filha. Agora que os gostos são outros e o volume de texto passa a ser maior, logicamente, ela está relutante quanto à leitura. Nosso trabalho de formação do leitor está encontrando obstáculos com a mocinha e daí, temos que pensar que solução dar para o caso.

Como ela curte muito desenhar, estamos pensando nos livros de imagens, assunto dos posts anteriores. Vamos ver... Resolvemos trazer a questão para o blog  para mostrar que formar leitores não é tão simples assim, mesmo quando a criança está cercada de elementos que, na teoria, a fariam naturalmente escolher o caminho da leitura, isso não acontece. O que fazer então? Estamos na busca!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Livros de Imagem - 2ª parte

“Uma imagem vale mais que mil palavras”. Quantas vezes já ouvimos essa frase? Eu sempre achei que esse pensamento desmerecia a palavra, tadinha! Mas, no caso do livro de imagens, elas realmente valem uma infinidade de palavras, de pensamentos, de sensações, de ideias que ultrapassam as margens do objeto-livro. Em uma sociedade grafocêntrica como a nossa, o livro de imagem constitui quase que uma transgressão.

Àqueles que o vêem pela primeira vez, causa um estranhamento: -  “Ué, não tem texto?” 

Tem. Tem, sim. Um riquíssimo texto compostos por cores, traços, linhas que contam infinitas histórias... Eis aqui mais alguns exemplos que podem possibilitar várias viagens....



quinta-feira, 18 de novembro de 2010

25 anos de Calvin & Haroldo

Em 1985 era criada, por Bill Watterson, a primeira tirinha dessa dupla incrível do mundo dos quadrinhos. Calvin, o questionamento existencial em pessoa, com seus acessos de egoísmo/egocentrismo pontuados pela sabedoria felina de Haroldo, seu tigre de pelúcia/amigo imaginário. O blog tinha de prestar homenagem, até porque Calvin & Haroldo faz parte das descobertas literárias de nossa filha, que curte muito até hoje (e nós também)!
fonte/; http://www.fanpop.com/spots/calvin-and-hobbes/images/116944/title/calvin-hobbes-wallpaper

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Livros de Imagem

Quando falamos em narrativa, em contar uma história, pensamos imediatamente em contá-las por meio de palavras, escritas ou faladas. Só que existe uma outra forma de contar histórias que também é tão fascinante quanto: trata-se de narrar por meio de imagens. O autor/ilustrador conta a sua história por meio de uma sequência de ilustrações que vão desenhando um universo. Cabe ao leitor criar as palavras que corresponderão àquilo que ele vê descortinar-se diante de seus olhos.
O livro de imagens, em um primeiro momento, parece destinar-se apenas às crianças mais novinhas. Mas não é verdade, o fato de ser desprovido de palavras não diminui a sua riqueza e a sua complexidade. Constitui um rico material tanto para pais quanto para professores. É claro que alguns temas serão entendidos e discutidos mais apropriadamente com crianças maiores como é o caso, por exemplo, de Cena de Rua, de Angela-Lago. Oh!, de Josse Goffin agrada a todas as idades, assim como A Bela e a Fera, de Rui de Oliveira.
Este papo vai continuar...

Páginas